Ensino Superior

Está disponível no site (http://www.crup.pt/images/CRUP_final.pdf) do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) o Relatório sobre o Ensino Superior Português elaborado pela European University Association (EUA). Trata-se de um documento com informações relevantes e recomendações como as que reproduzo:

“R 42 The team recommends that the CCES, in approving strategic plans, use the following criteria:
quality; innovative student-centred pedagogy; labour market projections and employer involvement;
complementarity with distance learning provision; international collaboration and attractiveness.
R 43 The team recommends that CCES coordinate measures to intensify Portuguese efforts to
approach the EU target of graduation of 40% of the 30-34 age band by 2020.”

Universidade de Aveiro
Universidade de Aveiro

OCDE 2012

Acabam de ser publicados os novos indicadores da OCDE de 2012 sobre Educação (disponível em: http://www.oecd.org/edu/EAG%202012_e-book_EN_200912.pdf). Desta visão muito completa sobre os vários países da OCDE e de outros destaco:

  • Portugal está abaixo da média em muitos dos indicadores. Em alguns casos há muito trabalho a fazer; por exemplo, na página 31 está: “No country has seen growth above 5% for upper secondary and post-secondary, non-tertiary attainment. Only Portugal has seen growth rates above 4%.”
  • Em alguns casos os dados são, no mínimo, surpreendentes; ver por exemplo o gráfico da página 40 sobre as taxas de término do Ensino Secundário! Contudo, na página 108 está: “In Italy, Portugal, Turkey and the United States (lower left quadrant), more than 40% of young people from low educational backgrounds have not completed upper secondary education, and less than 20% of those young people have enrolled in tertiary education.”
  • Neste documento é dada relevância às nossas “novas oportunidades”. Todavia, como já aqui escrevi, é necessário um estudo rigoroso sobre o modo com funcionou, em todo o país, os resultados alcançados e fazer uma avaliação das aprendizagens realmente conseguidas!
  • A Educação vale a pena! Por exemplo, na página 163, confirma-se que: “In Austria, Ireland, Norway, Portugal, the United Kingdom and the United States, a man with an upper secondary or post-secondary non-tertiary education can expect a gross earnings premium of more than USD 200 000 over his working life, compared with a man who has not attained that level of education.”

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PC na TV

Serve este para manifestar satisfação e divulgar, para quem não viu, o programa da televisão “Sociedade Civil” da RTP2 sobre “Pensamento Crítico” (ver em: http://vimeo.com/58350384).

Em cerca de 1 h e 20 min são discutidas diferentes perspetivas de PC e especialmente da sua relação com as Tecnologias da sociedade atual. Existem neste várias questões controversas e que poderão ser discutidas. Do mesmo modo, alguma da linguagem usada e modo como as questões didáticas foram tratadas merecem a minha discordância.

Estamos todos de acordo: “Pensamento Crítico tem de ser um foco da educação mais explícito e não deve começar só no Ensino Superior”.

Literacias do Séc. XXI

Têm sido publicados vários estudos sobre quais devem ser as capacidades a privilegiar no século XXI por alunos e professores. As listas são mais ou menos longas e destacam diferentes dimensões formativas.

A que se encontra no site (http://www.ksbe.edu/spi/PDFS/21%20century%20skills%20full.pdf) de um grupo de escolas norte-americanas resultam de uma ampla revisão e são, do meu ponto de vista, de divulgar. Nesta sistematização, depois da definição do que são capacidades de aprendizagem para o sec. XXI, apresenta-se os temas em que as as 21 literacias se organizam: “Core Themes and Subjects,” “Learning and Innovation Skills,” “Life and Career Skills,” and “Information, Media, and Technology Skills.” 

Entre outras destaco:

  • Literacia cívica;
  • Literacia ambiental;
  • Comunicar com clareza e colaborar com os outros, incluindo com as TIC;
  • Criatividade e inovação; e
  • Resolução de problemas e pensamento crítico.
Aveiro
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