A doce e ácida incisão. A gravura em contexto (1956-2004)

No âmbito da exposição “A doce e ácida incisão”, a ocorrer até 22 de junho, em Vila Franca de Xira, no Museu do Neo-Realismo, os Serviços de Biblioteca, Arquivo e Museologia da UA viram uma oportunidade de aí ver expostas e reconhecidas algumas peças idênticas às da sua coleção de gravuras originais da Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses, doadas pelo Sr. Francisco Madeira Luís, pelo que estiveram presentes na inauguração desta exposição.

O dia da inauguração, a 23 de março, contemplou momentos de convívio com alguns artistas e antigos funcionários da Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses, a qual operou entre 1956 e 2004, dando origem às mais de 600 gravuras que compõem a sua coleção.

Na mostra organizada pela Culturgest, Museu do Neo-realismo e Câmara Municipal de Vila Franca de Xira encontram-se expostas 128 gravuras do conjunto das 600 criadas durante os 48 anos de vida daquela Sociedade, por mais de duas centenas de artistas conhecidos do panorama artístico nacional. Ressoam nomes como Alice Jorge, Almada Negreiros, Ana Vieira, António Areal, António Charrua, Bartolomeu Cid dos Santos, Carlos Botelho, Cipriano Dourado, David de Almeida, Eduardo Nery, Espiga Pinto, Fernando Calhau, Fernando Conduto, Guilherme Parente, João Abel Manta, João Hogan, Jorge Barradas, Jorge Martins, Jorge Vieira, José de Guimarães, José Júlio, Julião Sarmento, Júlio Pomar, Júlio Resende, Manuel Baptista, Maria Beatriz, Maria Gabriel, Maria Keil, Nikias Skapinakis, Paula Rego, Querubim Lapa, Rogério Ribeiro, Sá Nogueira, Sérgio Pombo ou Vitor Pomar, entre outros.

Na ocasião, os SBIDM adquiriram o respetivo catálogo que constitui-se como um óptimo instrumento de referência, para tratamento das 257 gravuras originais, seladas pela Cooperativa Portuguesa de Gravadores e doadas pelo coleccionador e antigo membro daquela Cooperativa de Gravadores e com as quais a Universidade viu enriquecido o seu património museológico.

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